Mastergel
Informativo


Mastergel: compromisso com o meio ambiente e qualidade
01/12/10

(por Fernanda Buss*)

foto04_3A Mastergel, desde o início de suas atividades, sempre esteve voltada ao princípio de que "qualidade e meio ambiente andam juntos". É certo que não existe qualidade sem que haja uma preocupação com o meio ambiente, independente de qual área você está inserido.

Por conta disso, a empresa vem desenvolvendo e aprimorando gradativamente vários programas que têm, por objetivo, desenvolver a conscientização e o comprometimento dos nossos colaboradores, bem como melhorar continuamente a qualidade dos nossos produtos e processos - tudo isso aliado à prática da sustentabilidade.

Programas tais como 5S e a ISO 9001:2008 (em fase final de implantação) demonstram o compromisso da empresa em assegurar a melhoria contínua e proporcionar aos seus colaboradores novos aprendizados, atitudes e valores, constituindo assim uma das mais eficazes formas de obtenção do seu comprometimento. Destaque também para a construção de um ambiente que favorece o uso de suas capacidades, pois a Mastergel valoriza o ser humano e sabe da sua importância para atingir os resultados.

Por outro lado, a empresa se preocupa com a preservação do meio ambiente, adotando práticas de gerenciamento de resíduos e coleta seletiva de lixo. Com isso, é possível minimizar a geração e garantir a adequada disposição dos resíduos sólidos gerados no processo produtivo e reaproveitar materiais - plásticos, papéis, vidros e metais - através da reciclagem, promovendo, entre nossos colaboradores, a conscientização ambiental.

Enfim, a Mastergel entende que o sucesso empresarial, além de outros fatores, está estreitamente ligado ao seu comprometimento com a melhoria contínua, preservação do meio ambiente e com a minimização dos impactos ambientais e desperdícios. Um compromisso que a empresa assume e enfatiza sua importância constantemente.

*Fernanda Buss é engenheira química da Mastergel

 
Mastergel conta as horas para estréia na Feiplar
01/11/10
Parcerias com a HP Consultoria e Ashland serão os destaques do estande da empresa

foto03_2Fundada em abril de 2009, a Mastergel participa pela primeira vez da Feiplar, maior feira latino-americana do setor de compósitos - acontece entre os dias 10-12/11, no Expo Center Norte, em São Paulo. Há pouco menos de dois meses do evento, o clima na empresa é o melhor possível. "Participar de uma feira como essa significa dar o pontapé inicial para o crescimento da Mastergel na indústria brasileira de compósitos", resume Rosi Ana Peterhans Espíndola, diretora.

Além de atrair os visitantes com o seu completo portfólio de gelcoats, a Mastergel, em parceria com a HP Consultoria - empresa dirigida por Horst Peterhans - apresentará na Feiplar um inovador projeto de assessoria ao cliente. Em linhas gerais, Rosi explica que essa novidade tem como principal objetivo ajudar as empresas a racionalizar o processo de compra de matérias-primas. "Ao trabalhar da forma mais planejada possível, os transformadores de compósitos podem reduzir custos e, com isso, tornar as suas atividades mais rentáveis".

Outra atração será o anúncio de uma nova parceria com a Ashland, bandeira da Mastergel em resinas. "Prefiro guardar os detalhes para a Feiplar, mas posso antecipar que é um projeto absolutamente inovador no Brasil e que trará muitos benefícios aos nossos clientes".

Não deixe de visitar o estande da Mastergel na Feiplar (Rua A/7). Para mais informações sobre a feira, acesse www.feiplar.com.br

 
Mastergel amplia capacidade produtiva
01/10/10
Novo moinho de pastas garante um salto de 30% no potencial de fabricação de gelcoat

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A Mastergel turbinou ainda mais a sua operação de gelcoat com a compra de um equipamento para a moagem de pastas - garantiu um aumento de 30% na capacidade instalada da empresa.

"Em função do aquecimento do mercado de compósitos ao longo do primeiro semestre, e das expectativas bastante positivas até o final do ano, decidimos investir na aquisição do moinho. Dessa forma, poderemos trabalhar com um pouco mais de folga e garantir o pleno fornecimento de gelcoat aos nossos clientes", afirma Rosi Ana Peterhans Espíndola, diretora. O novo equipamento, ela salienta, também acelera a moagem e melhora a dispersão dos pigmentos, aprimorando a qualidade do gelcoat da Mastergel.

Segundo a Associação Brasileira de Materiais Compósitos (ABMACO), o setor brasileiro de compósitos - ou plástico reforçado com fibras de vidro (PRFV) -, deve fechar 2010 contabilizando um faturamento de R$ 2,49 bilhões, cifra 11% maior que a do ano passado. Em volume consumido, a expectativa é de 210.000 toneladas, contra 183.000 em 2009 (aumento de 14,7%). "A Mastergel está tendo um desempenho acima das nossas previsões, tanto no negócio de gelcoat como na distribuição de matérias-primas", completa Rosi.

Rosi: desempenho da Mastergel em 2010 supera as previsões
 
Cliente Master – Sercel
01/09/10
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Tanques de compósitos da Sercel: desconhecimento no Sudeste, vendas em alta no Sul

A Sercel, situada em Praia Grande (SC), fabrica desde 2001 tanques de lavar roupa e protetores de ar condicionado, ambos de materiais compósitos. Ao longo desse período, relata Jadna Zanette Bongiolo, proprietária, a empresa identificou uma particularidade no consumo de um dos seus produtos: na Região Sul, os tanques são bem aceitos, tanto que respondem por 70% do faturamento da Sercel. Já no Sudeste, são quase ignorados. "Participamos recentemente de uma feira do setor de construção civil no Rio de Janeiro e as pessoas se mostraram surpresas com o tanque de compósito e, principalmente, com a sua qualidade", ela lembra.

Mas a Sercel não desanima e, garante a proprietária, vai conseguir reverter esse quadro. "De forma paulatina, ganharemos espaços nos mercados paulista e carioca. É um produto muito bom e tem tudo para decolar". Enquanto isso, a transformadora catarinense ganha musculatura ampliando o seu portfólio - lançou este ano uma caixa de gordura e um tanque de compósito com cuba de mármore sintético.

Branco, obviamente, é a cor predominante na linha de produção da Sercel. Marcelo de Oliveira Paganini, comprador da empresa, detalha como começou o relacionamento com a fornecedora de gelcoat Mastergel. "Testamos algumas amostras, mas tivemos alguns resultados irregulares, o que é comum quando se inicia o trabalho com um novo fornecedor. Daí, a Mastergel insistiu e adaptou o seu gelcoat branco para as nossas necessidades. Assim, passou a nos atender também".

Para mais informações sobre a Sercel, acesse www.sercelprotetores.com.br

 
DICAS - RTM: quando vale a pena? (por Horst Peterhans)
01/08/10

Um dos maiores experts brasileiros em materiais compósitos, Horst Peterhans, diretor da HP Consultoria e consultor da Mastergel, participa desta edição do boletim fornecendo algumas dicas sobre quando vale a pena adotar o processo de Resin Transfer Molding (RTM).


Cuidados antes de decidir implantar o processo de RTM

Nestes últimos anos, tenho escutado inúmeros técnicos e consultores recomendarem o uso generalizado deste processo em substituição aos sistemas de moldagem aberta. Acredito que o RTM, independente da versão - e sem considerar vantagens e desvantagens de cada uma delas -, pode ser uma boa alternativa. Mas eu recomendaria prudência, pois cada caso é um caso. Portanto, se você vai implantar o RTM em sua empresa, considere os seguintes pontos antes de começar a investir o seu dinheiro:

  1. A mudança da moldagem de moldes abertos para RTM deve ser considerada um choque de duas culturas produtivas. Isto traz conseqüências que necessitam ser analisadas e geridas.
  2. Considere que será importante ter unidades ou células produtivas muito bem separadas. Caso contrário, os "vícios" do spray-up fatalmente serão transferidos para o RTM.
  3. Existem resinas e fibra de vidro específicas para o processo RTM, e elas são mais caras que as utilizadas nos processos spray-up ou hand lay-up. Portanto, a mão-de-obra deve ser reduzida drasticamente.
  4. Reutilizar moldes de spray-up, adaptando-os para RTM, é "brincar de gastar dinheiro do patrão".
  5. Não acredite que a empresa vai ganhar muito dinheiro só porque decidiu usar RTM.
  6. RTM não é a sétima maravilha! Assim como qualquer processo produtivo, depende de:
    a. Modelos/moldes de qualidade
    b. Materiais específicos de boa qualidade
    c. Equipamentos de boa qualidade
    d. Pessoas de qualidade, que são treinadas e re-treinadas periodicamente.
  7. Converse com quem implantou o processo RTM e foi bem-sucedido.
  8. Como qualquer coisa na vida, o RTM tem vantagens e desvantagens.
  9. Experiência em RTM não pode ser comprada de segunda mão
 
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